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Adulto também toma vacina

Vacina não é coisa só para crianças. Novas vacinas vêm sendo desenvolvidas e disponibilizadas para a população, vacinas que simplesmente não existiam quando os adolescentes, adultos e idosos de hoje eram crianças. Esta é a maior razão para que todos fiquem atentos, os responsáveis, os próprios adolescentes e os adultos para seus calendários específicos, por faixa etária.

Também o segmento da Educação é co-responsável pela divulgação de informações atualizadas, de qualidade, e fomento da postura cidadã de prevenir a transmissão de doenças evitáveis pela vacinação.

As doenças infecciosas são responsáveis pela interrupção de projetos de vida e podem deixar seqüelas graves. Você que é responsável por sua vida, e de outros sob sua guarda, procure se informar a respeito das vacinas que poderia fazer, e da ameaça que as doenças infecciosas representam para sua saúde.

VACINA EM CASA

Já está à sua disposição uma ótima alternativa para não atrasar o calendário vacinal: o “Vacina em Casa” da Prophylaxis® Clínica de Vacinação é um serviço muito prático para indivíduos, grupos familiares, escolas e empresas. Informe-se; vacinamos seus filhos na escola e você no seu trabalho.

Para agendar nossa visita basta um telefonema para a Central de Atendimento da Prophylaxis® e marcar. Ligou Vacinou.

Novo tipo de vacina para hepatite B

Em artigo publicado no último dia 13, na “Public Library of Science" ("PLOS"), cientistas divulgaram que o teste realizado com a aplicação de gotas da vacina para a hepatite B administradas pela via intranasal foi um sucesso. A doença ainda afeta cerca de 400 milhões de pessoas no mundo todo. A “nanovacina”, assim chamada pelos cientistas, pode resolver os problemas de armazenamento, conservação e distribuição da vacina nos países pobres e consiste em gotas com partículas de menos de 400 nanômetros de diâmetro. Apesar de já existirem vacinas para a hepatite B, a doença causa aproximadamente um milhão de mortes por ano, principalmente na África e em regiões em desenvolvimento. O novo tipo de vacina também reduz o número de aplicações, que hoje são de três ao longo de seis meses, para apenas duas.

Fonte: Agência EFE


Pandemia da gripe

Cientistas americanos divulgaram no último sábado (16/08), em artigo na revista “Nature”, sobre o fato de que anticorpos obtidos de sobreviventes da pandemia da gripe, que matou milhões de pessoas em todo o mundo em 1918, continuam reagindo ao vírus. Segundo os cientistas, o sistema imunológico destes indivíduos conserva a cepa do vírus de 1918 e ainda é capaz de combatê-lo. Os pesquisadores isolaram anticorpos – linfócitos B - de 32 pessoas, nascidas em 1915, ou antes, que sobreviveram à pandemia, e descobriram que mesmo depois de 93 anos esses anticorpos ainda são capazes de neutralizar o vírus.

Fonte: Agência EFE


Prevenção:

Responsável por inflamações nas articulações, causando edema, dor, e deformações progressivas e debilitantes, a artrite reumatóide, que é uma doença de comprometimento imunológico, aflige milhares de pessoas no mundo. Cientistas britânicos estão tentando desenvolver uma vacina, usando as células sangüíneas dos próprios pacientes, que reduziria os efeitos causados pela doença. Apesar do estudo ainda estar no início, os cientistas estão otimistas quanto a uma eficaz atuação da vacina. Duas semanas após a injeção eles farão biópsias para avaliar se houve a resposta esperada. Com isso, esperam também descobrir se a vacina teria eficácia quando aplicada diretamente na articulação.

Fonte: Nursing in Practice – Agosto 2008


Doenças infecciosas

Esperança para vacina

Uma mulher portadora do vírus da Aids, há pelo menos 10 anos, pode ser a esperança para a descoberta de uma vacina contra a doença. A mulher foi contaminada pelo marido e nunca apresentou sintomas da Aids. Enquanto seu marido tem que tomar coquetéis para inibir a doença ela é capaz de fazer isso naturalmente.

A mulher é chamada de “supressora de elite” e estudos das suas células imunológicas começaram a oferecer pistas sobre como seu corpo atua.

- Esta é a melhor prova até agora de que os supressores de elite podem ter vírus plenamente patogênicos ativos. A sensação inicial era de que eles tinham um vírus defeituoso – disse Joel Blankson, diretor do estudo.

A principal diferença, segundo Joel, está no sistema imunológico da mulher, onde as células-T CD8, além de enfraquecer, impedem a replicação do vírus em até 90%, já no marido a célula só consegue conter cerca de 30%.

Fonte: Agência EFE

Informativo n° 2008.08.004
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